Mostrar mensagens com a etiqueta Barcelona. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Barcelona. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Adidas lança spot publicitário para promover a Final da Copa do Rei



A Adidas divulgou a bola que iria ser utilizada na final da Copa del Rey 2011 entre Barcelona e Real Madrid. O modelo é o mesmo que foi utilizado no Mundial de Clubes em Dezembro (vencido pelo Inter de Milão), chamada Speedcell, e será personalizada com os nomes dos finalistas.

Aproveitando a fama do super clássico, a Adidas, patrocinadora da Federação Espanhola de Futebol, lançou um spot publicitário, antes do jogo, para promover a bola que foi iria ser usada na final da Copa do Rei entre Real Madrid e Barcelona. O spot mostra jogadores do Real Madrid e Barcelona a trocarem provocações para o grande jogo e contou com a participação de Messi, Villa, Di Maria, Xabi Alonso, Daniel Alves, Granero, entre outros.

Este vídeo aparece no seguimento da campanha Adidas is All In

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Barcelona acerta maior contrato de patrocínio na camisola do mundo com a Qatar Foundation



Dos grandes clubes o Barcelona era o único que não utilizava patrocínio na camisola, renunciando esta apetecível receita. Até agora! 

O Barça fechou um contrato de patrocínio com a Qatar Foundation, uma fundação sem fins lucrativos, para os próximos cinco anos. O acordo terá valores que torna o Barcelona o clube com o maior contrato de patrocínio do planeta.

Os blaugrana já apresentavam desde 2006/2007 o nome da UNICEF na camisola, ao qual destinavam 1,5 milhões de euros por ano. Era de facto um caso atípico no mundo do futebol.

Agora, e pela primeira vez na história do clube, a direcção do Barcelona parece ter mudado de ideias. Na próxima época, o Barcelona vai ter, pela primeira vez, publicidade paga na camisola da equipa principal de futebol. O acordo foi feito com a  Qatar Foundation vai render 30 milhões de euros por ano, mais bónus associados aos troféus conquistados, e é válido até 2016 num total de 150 milhões de euros.

Javier Faus, vice-presidente para a área económica do Barcelona, lembrou que o novo patrocinador «é uma marca não comercial, uma ONG (Organização Não-Governamental) de um país que se quer dar a conhecer através da educação e do desporto», mas a verdade é que, pela primeira vez, o clube espanhol terá publicidade paga na camisola. O espaço será partilhado entre a Fundação Qatar e a Unicef, enquanto o acordo com esta entidade se mantiver.

O ex-presidente Joan Gaspart a camisola do Barça não tem preço. "Estive no clube durante 25 anos e sempre pensei que a camisola do Barcelona não tinha preço. Não gosto de publicidade nas camisolas, já a da UNICEF não me agrada", afirmou o ex-presidente ao programa televisivo "Esports COPE".

As críticas ao negócio vieram também pela mão do ex-vice presidente Alfons Godall - pré-candidato nas últimas eleições do clube - que "arrasa" o regime político do Qatar e repudia as relações de Sandro Rosell com o país.

"Estabelecem-se relações com um país que tem um regime político que não trata bem as mulheres, é machista, anti-democrático e obscuro, e onde ninguém sabe ao certo quem manda. Além do mais, Rosell tem negócios privados no Qatar. A situação económica do clube não precisava disto, por isso não a usem como desculpa para fazerem o que querem", afirmou Godall

Este acordo surge uma semana depois da atribuição do Mundial 2022 ao Qatar, candidatura que contou com o apoio do técnico do Barcelona, Pep Guardiola.

Ranking de Patrocínios nas Camisolas (valores anuais)

1. FC Barcelona (Espanha) / Qatar Foundation – 30 milhões de Euros
2. CF Real Madrid (Espanha) / Bwin – 25 milhões de Euros
3. FC Bayern Munique (Alemanha) / T-Home – 25 milhões de Euros
4. Manchester United FC (Inglaterra) / AON Corporation – 24 milhões de  Euros
5. Liverpool FC (Inglaterra) / Standard Chartered –  24 milhões de Euros
6. Chelsea FC (Inglaterra) / Samsung – 14 milhões de Euros
7. FC Schalke 04 (Alemanha) / Gazprom – 12 milhões de Euros


segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Real Madrid e FC Barcelona concordam em diminuir as receitas TV


Das 42 equipas que fazem parte da Liga BBVA (primeira liga espanhola) e Liga Adelante (segunda liga espanhola), 30 chegaram a um acordo que prevê uma forma mais equitativa para a partilha das receitas provenientes dos direitos de transmissão televisiva da liga, reduzindo o fosso que separa as grandes das pequenas equipas.

Em 2009/2010 a venda dos direitos de transmissão televisiva dos 42 clubes da primeira e segunda ligas espanhola, cifrou-se em cerca de 625 milhões de Euros. Deste valor, Real Madrid e FC Barcelona arrecadaram cerca de 22,5% cada, enquanto por exemplo os clubes mais pequenos da primeira liga arrecadaram pouco mais que 1,5%. 

Embora o acordo não seja unânime, Real Madrid e FC Barcelona concordaram em reduzir as suas percentagem nas receitas televisivas de 22,5% para 17%, significando que em vez de arrecadaram em conjunto 280 milhões de Euros, passam a ganhar 212,5 milhões de Euros anuais, levando em conta o valor das receitas TV de 09/10.

Este acordo prevê também a redução nas receitas TV conjuntas de Atlético Madrid e Valencia de 13% para 11%, enquanto as 22 equipas da segunda liga, terão direito a 9% da receita, mais do dobro da receita actual. No entanto alguns clubes consideram insuficiente este acordo, nomeadamente; Sevilha, At. Bilbao, Villarreal, Espanhol, Zaragoza e Real Sociedad.

Fonte: Futebol Finance

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ferran Soriano convidado para a Liga Premium Talks


O futebol é a única indústria em que os empregados ganham mais do que o patrão, segundo Ferran Soriano, presidente da companhia aérea Spanair e que entre 2002 e 2008 foi director-geral do FC Barcelona.

Ferran Soriano, autor do livro "A bola não entra por acaso", foi o convidado que inaugurou as conferências Liga Premium Talks, promovidas pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional e que contou com a presença, entre outros, dos presidentes da Liga, Fernando Gomes, do Benfica, Luís Filipe Vieira, e do Sporting, José Eduardo Bettencourt, de Joaquim Oliveira (Controlinveste) e de Jorge Mendes (Gestifute).

Com uma visão do negócio futebol marcada pelos anos em que integrou a direcção do FC Barcelona, então presidida por Joan Laporta, Ferran Soriano explicou as estratégias que levaram o clube catalão à conquista da Liga dos Campeões em 2006, os erros que provocaram logo a seguir dois anos de insucesso, apontou caminhos para o futuro, sem esquecer a realidade e a escala do futebol e dos clubes portugueses.

Investir no futebol, alterar os contratos dos jogadores, "diminuindo a vertente fixa e criando uma variável quem em caso de sucesso desportivo era mais compensadora do que a remuneração que vigorava" e fazer "80% das mudanças na estrutura no primeiro ano" foi a receita para inverter um ciclo de prejuízos acumulados e de anos sem títulos conquistados.

Nos grandes clubes, em que as estrelas recebem na ordem dos dez milhões de euros por ano, não é pelo dinheiro que se consegue a motivação para as vitórias, mas a remuneração variável tem o mérito de dividir os riscos com os jogadores: se houver títulos as receitas aumentam e os jogadores ganham mais, até porque Ferran Soriano destacou que "o futebol é a única indústria em que os empregados ganham mais do que o patrão". 

Em pouco tempo o FC Barcelona multiplicou os proveitos, sendo hoje, a par do rival Real Madrid e do Manchester United, os clubes de futebol do Mundo que mais receitas geram, na ordem dos 400 milhões de euros anuais. E começou então a ganhar, processo que culminou em 2006 com a conquista da Liga dos Campeões.

Depois de escalado o Everest do futebol, com a conquista da Champions, o FC Barcelona voltou a perder, curiosamente com a mesma equipa, com os mesmos jogadores. Segundo Ferran Soriano, isso aconteceu porque se perdeu o equilíbrio social da equipa e os directores, entre os quais o próprio Soriano, optaram pela "solução mais cómoda", que foi não provocar nova ruptura - "a emoção condiciona a tomada de decisões".

Para os clubes portugueses, oriundos de um mercado pequeno e com mais dificuldades em conseguirem uma afirmação global, Ferran Soriano recomenda uma aposta forte na marca, dando o exemplo dos mexicanos do Chivas, primeiro clube do Mundo a competir em dois países diferentes, com equipas diferentes, mas sob a mesma denominação (México e Estados Unidos), ou do Boca Juniors, da Argentina, que tem a força de uma marca global.

Em alternativa, recordou que os grandes clubes portugueses são vistos pelos principais emblemas da Europa como excelentes "clubes-teste" e apresentou como exemplo a actuação do FC Porto no mercado argentino: "O Porto comprou na Argentina, colocou-os na vitrina e depois vendeu-os com mais-valias. É um modelo de negócio possível".

Fonte: Jornal de Notícias